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quarta-feira, 14 de março de 2012

Vivendo o ensino afetivo de inglês para crianças

Compartilhamos aqui como vivemos o ensino afetivo de inglês para crianças por meio de ações que temos todos os dias com os alunos, famílias e com o nosso grupo. 


Um grande abraço-sapo!

Juan


Acesse aqui o video se você não conseguir assisti-lo nesta página: http://www.youtube.com/watch?v=A6bm_WV_Bj8 

quarta-feira, 28 de julho de 2010

A Juan Uribe aparece no documentário The Learning English Video Project!



Em setembro de 2009 recebemos os cineastas ingleses Daniel Emmerson e Joel Carr que filmaram a série The Learning English Video Project, na qual visitaram sete países e documentaram como as pessoas ao redor do mundo aprendem o inglês. Nos diversos filmes eles escolhiam sempre um recorte e nestes entrevistaram adultos, imigrantes, alunos universitários e até funcionários de uma companhia aérea. No Brasil o enfoque foi dado nas crianças e nos adolescentes.

Estamos muito felizes e orgulhosos de termos sido escolhidos para participar neste projeto mundial. Caminhamos assim na nossa visão de ser um centro de referência no ensino afetivo de inglês para crianças!

Um abraço-sapo em todos!

Juan

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Cognatos

A língua inglesa tem influência do dialeto galês, das línguas anglo-saxônicas e da latina. Com isso, grande número de palavras em inglês e em português tem a mesma raiz etimológica, como pode ser observado com a palavra “história” em português e “history” em inglês, com significados equivalentes.

Os cognatos podem ter diferentes significados, chamados falsos cognatos. Palavras de origem comum que, com o tempo e por influência de outras culturas, existem hoje com grafia ou pronúncia similar e significados diferentes, como é o caso da palavra “puxar” em português e “push” em inglês que significa empurrar e não puxar.

Os cognatos auxiliam na aquisição de linguagem em nossas aulas, pois podemos trazer o vocabulário diretamente na língua inglesa sem precisar misturar o inglês com o português ou fazer uso de recursos visuais.

No primeiro contato com a língua inglesa podemos perguntar ao aluno “Qual é a sua favorite color?” e, ao compreender a pergunta por meio de palavras cognatas, ele compreende o inglês e se sente familiarizado com a língua. Já quando apresentamos os falsos cognatos como “lunch” que significa almoço e não lanche ou “fabric” que significa tecido e não fábrica, fazemos uso de apoio visual ou explicamos diretamente em inglês o real significado.

Em uma das aulas em que foi trabalhado meses do ano, um aluno percebeu como os meses são parecidos nas duas línguas e, a partir disso, educador e aluno exploraram objetos do quarto e em livros palavras cognatas como “giraffe”, “elephant”, “school” e “family”, além de falsos cognatos como “legend”, que significa lenda e não legenda e “parents” que são os pais e não os parentes. O aluno ficou surpreso com a quantidade de palavras semelhantes e mais seguro para se expressar fazendo uso dessas palavras.

Portanto, o uso dos cognatos permite a compreensão de vocabulário novo apresentado diretamente em inglês e permite que expliquemos palavras sinônimas em inglês, expandindo o vocabulário do aluno e, facilitando, muitas vezes, seu desenvolvimento na aquisição de linguagem.





segunda-feira, 19 de abril de 2010

A teoria de Krashen sobre aquisição de uma segunda língua - as cinco principais hipóteses.

Aqui na Juan Uribe Ensino Afetivo, trabalhamos com a aquisição de linguagem como método de aprendizagem de uma segunda língua. Um dos pesquisadores que estudamos com nossos educadores e equipe pedagógica é o Stephen Krashen. Ele é especialista no campo da lingüística e nas teorias da aquisição de linguagem, desenvolvimento e pesquisador de estudos da aquisição de linguagem de línguas diferente do inglês e inglês como segunda língua. Krashen desenvolveu cinco principais hipóteses sobre aquisição de linguagem de uma segunda língua em que apresentaremos neste texto.

A primeira hipótese é baseada na diferença entre os métodos de aprendizagem “Learning” e aquisição da língua: o primeiro é baseado na língua em si, seguindo uma seqüência de ensino organizada e estruturada de acordo com o professor e a necessidade de ensino para ele e não necessariamente do aluno. Podemos dizer que este método é dado de maneira formal, enquanto o segundo é descrito como trabalhar de maneira relevante para os alunos, considerando seus interesses, conectando de alguma maneira com sua vida como produto de um processo muito parecido com o processo que a criança vive quando adquire a sua primeira língua. Baseado nesta primeira hipótese Stephen Krashen desenvolveu mais quatro hipóteses sobre a aquisição de linguagem que, de acordo com ele, independem da idade do aluno.

A segunda hipótese, “Monitor” aponta para as suposições que alunos fazem baseados nas coisas que eles já aprenderam, como por exemplo, quando eles falam “goed” como passado do verbo “to go”. Entretanto, uma vez que o aluno já conhece o passado de “to go” como “went”, cabe ao monitor, presente no aluno de fazer com que ele se corrija. Este “monitor” é seria um dispositivo interno adquirido ao longo do processo de aprendizado pela aquisição, e funciona planejando, corrigindo e editando cada aluno ao longo do uso da língua.

Como a terceira hipótese temos a “Ordem natural”, em que Krashen diz que a linguagem gramatical seria adquirida em uma seqüência específica, em uma ordem natural, que é previsível e independente do aluno que é ensinado. Algumas estruturas gramaticais têm tendência em serem adquiridas mais cedo do que outras, e esta ordem aparentemente é independente da idade do aluno a ser ensinado.

A quarta hipótese chamada “Input” caracteriza-se pela explicação de como a aquisição da segunda língua acontece. Krashen explica que a língua é gradualmente adquirida à medida que o educador traz informações novas para os alunos, expandindo o que eles já sabem, em uma forma de adição, como ele chama de “i+1”, sendo o “i” o conhecimento prévio do aluno e “+1” a apresentação de novos conteúdos.

Finalmente, temos a quinta hipótese, “Filtro afetivo”, que explica que possuem inúmeras variáveis afetivas, como motivação, autoconfiança e ansiedade, que podem ajudar ou atrapalhar no processo de aprendizagem de uma segunda língua pela aquisição de linguagem.

Nós da Juan Uribe consideramos estas hipóteses no nosso fazer, uma vez que ensinando afetivamente as crianças levamos aos nossos alunos assuntos relevantes que despertam seu interesse no uso da língua para comunicar algo genuíno e pessoal. Isso contribui para a auto-estima e conscientização do que eles estão aprendendo e gradualmente expandindo, através dos inputs que nós os apresentamos, sua linguagem.

Autores: André, Bárbara, Carol M., Carol S., Marita e Mariana.


quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Interagindo em inglês com sua criança

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É sempre com muita alegria que vemos nossos filhos crescendo e se desenvolvendo. Eles engatinham, falam, brincam, e provavelmente irão estudar, mais cedo ou mais tarde o inglês. Dominar o inglês, ou outra língua, representa maiores possibilidades de desenvolvimento pessoal, de conviver com outra cultura, e no futuro de conseguir melhores empregos. Tudo isto gera ansiedade nos pais, principalmente nos que não dominam a língua, que pode ser passada para as crianças. 

O desenvolvimento da criança pode ser afetado pela forma como os pais se relacionam com a criança e a língua. Acredito que pais podem conversar em inglês com seus filhos de uma forma produtiva e divertida. Coloco aqui dicas de interações que fortalecem o vínculo das crianças com a língua e com a família:

  1. Dê comandos simples em inglês. Assim a criança tem sucesso por meio da compreensão e da execução da ação.
Ex: call your mother please, throw me the ball, touch here, let’s go, get your cap.

  1. Faça perguntas simples, permitindo que a criança responda em português. Somente faça perguntas que você não saiba a resposta.
Ex: where’s your sister?, have you finished your homework? , are you ready?  

  1. Dê opções de resposta em perguntas, para que a criança escolha uma. Desta forma modelamos a resposta e ajudamos a criança a produzir em inglês.
Ex: Would you like water or juice? Are you ready or not yet? Is this good or more?

  1. Aproveite para também ensinar, em vez de testar, apresentando palavras por meio de gestos, contexto, ou apontando para que a criança descubra sozinha o significado da palavra. Use também cognatos, que são as palavras parecidas com o mesmo significado.
Ex: Get me the jar to put the juice. (apontando)  
       You have to squeeze. (fazendo o gesto)

  1. Ajude-as a produzir em inglês dando o começo de palavras quando elas não lembrarem. É importante que esta técnica seja utilizada somente quando a criança consegue completar com facilidade.
Ex: Criança: Vem aqui
       Pai:  Co...
       Criança: Come here

6.  Compartilhe suas músicas favoritas e que sejam fáceis de entender. Escute as músicas favoritas deles em inglês e as ajude com a letra. Cantem juntos!

Evite:

  • Fazer que você não entende português. Elas sabem que você entende.
  • Fazer perguntas que você já sabe a resposta.
       Como é verde em inglês? Eu me esqueci.
       What’s your name? / Do you like chocolate?
  • Perguntar algo que não faz sentido se fosse perguntado em português.        What’s this? - mostrando um livro. Mas está ok, se for uma peça de jogo, que você não tem idéia do que seja.
  • Conversar somente em inglês com sua criança. A afetividade é passada em nossa língua nativa. O inglês é para momentos de brincadeira juntos.

Desejo ótimas conversas em inglês com as crianças!

Um grande abraço-sapo, 

Juan

Confira também como ensinar inglês para sua criança afetivamente.


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sábado, 24 de outubro de 2009

The Learning English Video Project na Juan Uribe Ensino Afetivo de inglês para crianças!

http://edition.tefl.net/wp-content/uploads/2009/06/learning-english-video-200.png

No inicio do mês de outubro tivemos a visita de Daniel Emmerson e Joel Carr, dois cineastas ingleses que estão filmando um documentário sobre como é aprender inglês ao redor do mundo. O projeto se chama The Learning English Vídeo Project e tem como objetivo mostrar as razões pelas quais o inglês é aprendido, os métodos utilizados e as emoções dos alunos e professores neste intrigante processo que é aprender uma segunda língua.

Eles estiveram na China, Romênia, Marrocos, Espanha, Estados Unidos e na Inglaterra. No Brasil a dupla filmou na Juan Uribe Ensino Afetivo e também na escola Lourenço Castanho. Alunos, pais e membros do nosso time foram entrevistados sobre como vivemos o inglês afetivamente em nossas aulas. Pegaram uma semana de chuva muito intensa!

Eles fizeram um vídeo curto de prévia para o blog do projeto no qual aparecemos. Confiram!



Recomendo o blog, no qual eles contam as aventuras deles pelo mundo e em especial a passagem pela Juan Uribe. Clique no director's blog do The Learning English Video Project no link abaixo!

http://www.englishclub.com/teach-english.htm

Sobre a escola eles contam:

Juan Uribe is a school in Sao Paulo where children aged 2 to 13 acquire English through playing games, storytelling, puppeteering and creative projects. The school is also unique in that the students talk about how they perceive their own processes in acquiring the language. Joel and I spent the day filming at the school, which allowed us to interview both the students and the staff about the importance of learning English from such a young age. We were also lucky enough to be able to interview a parent who had been sending her child to the school from the age of 1 year and 10 months. The child had already acquired an excellent grasp of English and was continuing to progress during her time at the school.

Fico muito feliz em poder fazer parte deste documentário e compartilhar com o mundo o nosso trabalho! Ficamos na expectativa para o filme final que ficará pronto somente no ano que vem. Eu aviso!

Frugs (frog hugs),

Juan

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Estamos na revista Crescer de outubro!

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É com muita alegria que saimos na revista Crescer deste mês na matéria sobre a difícil escolha para os pais entre escolas bilingues ou não bilingues. A fala de Heidi, nossa diretora pedagógica fechou a matéria! Confira o trecho final da matéria!



É uma grande decisão, sim

Trocando em miúdos, a verdade é que o ensino bilíngüe oferece uma série de vantagens e desvantagens e, por isso, deve ser uma opção analisada cuidadosamente conforme a cultura, os interesses, planos e ideais de cada família. Conforme Heidi Oliveira, diretora pedagógica da Juan Uribe Ensino Afetivo, a questão não é saber qual o melhor tipo de escola, mas a ideal para uma determinada criança. É preciso se questionar: por que uma educação bilíngüe? Qual o objetivo por trás dessa escolha? Os valores da língua, da cultura e da escola em questão estão de acordo com os valores da família? Qual a relevância da língua para criança em seu momento atual? A família viaja ou tem algum contato com a cultura estrangeira? A decisão é importante, traçará o início da jornada escolar da criança e justifica, portanto, muita leitura, investigação e reflexão.

Fico muito, mas muito feliz em sermos consultados e reconhecidos pela revista Crescer!

Abraços-sapo, 

Juan

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Novo Blog da Juan Uribe Ensino Afetivo!





É com muita alegria que abro o blog da escola. Neste espaço relembraremos nossa história, contaremos as novidades celebraremos o ensino afetivo do inglês. Teremos aqui mais um canal de comunicação com dicas e formas sobre como pais e professores podem vivenciar o inglês de uma forma significativa.


Para a estréia coloco dois videos que fiz com o meu fantoche Buddy no Egito em janeiro deste ano para mostrar as maravilhas que vi para as crianças. Confiram!


Um abraço-sapo em todos,


Juan




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