Mostrando postagens com marcador vínculo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador vínculo. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Truques mágicos para contar histórias: o gancho




Contar histórias é uma arte e assim não há certo e errado no mundo da fantasia.
Aqui compartilho um  dos meus "truques" favoritos que temos utilizado com sucesso na escola para envolver as crianças ao contarmos histórias: o gancho. (Pessoalmente não gosto muito do nome, mas eu o traduzi do inglês "hook") 

Funciona assim: antes mesmo de mencionar que você vai contar uma história, você pode fazer uma pergunta interessante a respeito dos aspectos principais do enredo da história. Vamos dizer que por exemplo você têm o livro do Curious George, que é um macaquinho bem travesso. Você poderia iniciar com uma das perguntas: 

Alguma vez você já esteve em apuros?

Você conhece alguém que foi enganado?

Ou talvez, melhor ainda, você pode começar compartilhando a sua experiência respondendo a própria pergunta, em vez de fazê-la. Em nossa vivencia com as crianças, elas sempre contam algo que aconteceu com elas após contarmos o que aconteceu com a gente. Desta forma ativamos a mente das crianças em torno do enredo da história e elas vão estar muito mais interessadas quando a história for “por coincidência” sobre o tema que vocês estavam conversando!

Note que a pergunta do gancho deve ser uma faísca para conversas realmente interessantes. Perguntar se a criança é curiosa ou se ela já viu um macaco, além de induzirem ao sim ou não,  não trazem o tipo de envolvimento real desejado. Lembre sempre da regra de ouro: não faça perguntas para as quais você já sabe a resposta. 

 E aí Shazam! Enquanto você estiver contando a história, você pode fazer as ligações com a vida das crianças como: 

“Como o Pedro, o George também gosta de fazer bagunça com água”.

“Diferente da amiga da Maria, o George não percebeu que estava sendo enganado.”
 

O bacana é que em muitas histórias, os personagens fazem as mesmas coisas que os alunos! Estas inclusões fazem com que todos nos relacionemos de uma forma mais íntima com as histórias. Mesmo se você não conseguir fazer a relação com as histórias contadas pelas crianças, você terá pedras preciosas para fazer ligações de histórias com a vida dos alunos no futuro. Eles se sentem super valorizados quando a gente lembra. 

Invista bons cinco minutos no “gancho”, já que a intimidade e cumplicidade de uma boa história pode começar bem antes do começo. 

Um grande abraço-sapo, 

Juan

Gostou? Compartilhe! 

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Observando o faz de conta das crianças







                                                                                O brincar não é um descanso do aprender.
                                                                                  É a forma pela qual as crianças aprendem.


Imagino que você certamente já parou para ver as crianças brincando de faz de conta. Se não o fez recentemente, reserve um tempo para isto. Nós, aqui na Juan Uribe Ensino Afetivo, o fazemos muito nas aulas de inglês para crianças. No faz de conta podemos ver o as novas experiências, suas dúvidas e conflitos, e a preparação para novos desafios. Fiz um artigo em 3 partes para vermos a brincadeira sobre três ângulos: o psico-social, o estrutural, e o cognitivo. Vamos lá!

As crianças brincam de faz de conta pelos seguintes motivos sociais e psicológicos:

1)   Imitam os adultos
2)   Experimentam papéis da vida real intensamente
3)   Refletem sobre experiências e relacionamentos
4)   Expressam necessidades urgentes
5)   Soltam impulsos socialmente não aceitáveis
6)   Trocam o papel que geralmente têm nas relações
7)   Revivem suas atitudes e se ajustam à realidade
8)   Tentam muitas soluções e resolvem problemas


O faz de conta também tem suas estruturas e regras implícitas, como podemos ver os diferentes tipos de interação que acontecem na brincadeira:

Definindo a situação: Vamos brincar de casa.
Alocando papéis: Eu vou ser o papai e você é o filho. 
Definindo o lugar: Aqui é a cozinha. 
Especificando do plano: Eu vou fazer o jantar e você espera aí. 
Definindo acessórios: Esta é a minha panela. 
Corrigindo processos e o script: O papai não cozinha desse jeito.
Dirigindo as ações do outro: É assim que a gente faz.
Lembrando de regras de contexto imaginário x real: Você não precisa fazer assim.
Finalização ou transição: Pronto, o jantar acabou.
Comentando sobre o clima interpessoal: A gente tá brincando, então nós somos amigos né?


Eu tive a oportunidade de observar estas interações com meu lindo sobrinho de 3 anos, o Leo, filho da Sosô, em uma temporada que passei na casa deles. Curioso, no meio de uma brincadeira fiz a última pergunta acima: a gente tá brincando, então somos amigos, né? Para a minha alegria e surpresa, ele parou de brincar, virou para mim e me disse: Me dá um abraço? Que tesouro de lembrança!


 O brincar de faz de conta é uma atividade holística muito intensa, que engloba os campos social, afetivo, físico, linguístico, intelectual, entre outros.  Aqui listo algumas das ações cognitivas que as crianças desenvolvem enquanto elas estão envolvidas na fantasia:

Descrevem    Comunicam    Identificam    Escutam    Combinam    Classificam

           Comparam   Criticam   Avaliam   Explicam   Definem   Colecionam   Escolhem 

Trocam    Perguntam      Organizam   Integram   Simplificam    Entendem    Penalizam 


Tudo isto em uma "simples" brincadeira de faz de conta! 


Importante é conhecer sobre a brincadeira para por meio dela poder ensinar. Pesquisamos, trocamos e somos muito curiosos sobre como ter sempre o brincar nas nossas aulas de inglês para crianças. Nada mais chato que alguém que quer brincar e acaba estragando a brincadeira. 


Como é bonita e fascinante esta forma saudável, nutritiva, criativa que nos constitui gente: o Brincar.  Vai com letra maiúscula sim. Em respeito!


Um grande abraço-sapo, 


Juan




Gostou? Compartilhe!

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Aulas de inglês afetivo para crianças disléxicas






Creio que os alunos disléxicos também aprendem línguas. Aprendem quando o método que pelo qual a língua é apresentada é apropriado à forma como eles melhor aprendem. As crianças aprendem melhor quando se movimentam, falam sobre si, desenham, criam, participam com o que melhor fazem. Cada criança têm suas características, sua história e suas habilidades que representam desafios pedagógicos para o educador envolvido em aulas de inglês para crianças.

O educador que trabalha afetivamente com uma criança consegue atuar melhor quando discute com o aluno formas de planejar, registrar e avaliar o estudo, tanto em seu conteúdo quanto em sua forma. Este diálogo e a construção desta parceria é fundamental para que possarmos ter um clima de transparência e confiança entre aluno e educador. Este clima fortalece o processo de aprendizagem  nos momentos de devolutiva e discussão sobre como ambos se sentem e como o progresso é sentido.

Trabalhar a auto-estima do aluno mostrando que ele também é capaz, de outra forma e em outro ritmo, é uma área que deve ser planejada, refletida e sistematizada para que o aluno consiga ter uma nova auto-imagem e dar se uma chance de aprender de forma desligada de experiências anteriores com um ensino não apropriado a suas necessidades.

Um trabalho junto a família para que esta valorize o processo, os esforços e reconheça os pequenos passos dados é também fundamental. Este educador deve ser um pesquisador curioso que estude a dislexia e que registre o processo pelo qual passa com este novo aluno, para que possa também organizar seus pensamentos e agir de uma forma consciente e reflexiva. Uma ação espontaneísta priva a criança de progredir.

Abaixo coloco algumas formas que tenho utilizado e que tiveram bons resultados nas aulas de inglês para crianças:

  • Utilize movimento entre atividades curtas.
  • Faça projetos de interesse do aluno.
  • Mostre seus objetos pessoais, suas fotos, fale de você.
  • Desenvolva projetos de artes que tenham produtos.
  • Valorize e incorpore atividades nas quais o aluno tem sucesso.
  • Tenha momentos de relaxamento e descontração no inicio e no fim de aulas.
  • Faça revisões freqüentes, de formas diferentes.
  • Trabalhe o conteúdo de diversas formas
  • Utilize diferentes cores e associe figuras a palavras
  • Use músicas e ritmos
  • Escreva com giz grande e use massinha
  • Use o computador e jogos para fixação

A criança com dislexia aprende e trabalhar com ela é um desafio. Converse com outros profissionais para a troca de experiências e apoio mútuo. Boa sorte!

Juan


Para mais informações sugiro entrar em contato com a Associação Brasileira de Dislexia. 

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Fortalecendo a auto-estima infantil por meio de estórias

Por Juan Uribe 


Nos dias de hoje em que as crianças ficam extremamente envolvidas pela televisão, internet e videogames, acredito que é de extrema importância resgatarmos comportamentos que fazem a diferença no desenvolvimento infantil. Um destes comportamentos é certamente a comunicação e o compartilhamento de vivências na família. Muitos pais se sentem culpados porque não podem estar durante todo o dia com suas crianças e dedicar-se da forma que gostariam. 


Uma forma poderosa de ter tempo de qualidade e de aproximar-se de sua criança é através de estórias. Quando contamos estórias nós podemos ver, pensar, questionar, entender e rir juntos. Como conseqüência nós desenvolvemos uma relação mais próxima com nossas crianças. Esta relação ajudará sua criança a sentir-se mais amada e capaz e ela desenvolverá uma auto-estima saudável.

Contar estórias é uma experiência. Mais do que estar envolvidos e interessados no conteúdo e como a estória vai terminar, contar estórias cria relacionamentos. Quando nos perguntam que estórias nos eram lidas e contadas quando éramos pequenos, muitos de nós não nos lembramos destas. O que certamente nos lembramos é o clima aconchegante de termos uma estória contada e do sentimento que nós éramos importantes para que alguém próximo dedica-se este tempo especial para estar junto a nós. Na formação da auto-estima, as crianças se valorizam da mesma forma que pessoas significativas as valorizam. Não é por acaso que Lewis Caroll chamou as estórias de presentes de amor.

Além dos benefícios afetivos as estórias trazem benefícios lingüísticos e cognitivos como: sensibilização da imaginação, expansão de vocabulário, desenvolvimento de pensamento crítico, gosto pela leitura e refino da escuta e da fala. Primeiro necessitamos gostar de estórias para começarmos a ler e não o contrário. Abaixo damos algumas dicas para você começar a contar estórias: 

Preparando uma estória: 
- escolha uma estória que você goste e escolhe um lugar calmo em que você se sinta confortável e que você sabe que vai poder dar atenção total a sua criança. Aproveite os momentos que você estaria perdendo como, por exemplo, esperando por um médico. Faça deste tempo qualidade. 
- sente-se em frente à criança e segure o livro aberto em seu colo. Desta forma será mais fácil para você ter contato visual com a criança. Se ele ou ela estiverem do seu lado, será muito difícil. O livro não deverá estar aberto no chão pelo mesmo motivo. 
- antes de mostrar o livro, comece uma conversa sobre o tema principal ou um tema secundário da estória. Quando você apresentar o livro, a criança já estará envolvida e pronta para que você comece a estória. Ex: Você já esteve em alguma situação em que precisou a ajuda de alguém? Você pode alinhar um ponto que quer dar atenção desta forma. 

Começando e terminando estórias: - se uma estória é um presente, é importante que seja bem apresentada. Digo que abrir e fechar com graça são o papel que envolve a estória. Eles dão ritmo ao inicio e final e trazem ainda mais mágica e mistério a estória. Aqui abaixo listo meus preferidos: 

Abrindo estórias:
No tempo dos sonhos....
Eu te contei, não te contei .....
Lá nos velhos tempos .....
Uma estória, uma estória. Deixe-a vir, deixe ir ...


Fechando estórias
Se eles viveram felizes, devemos você e eu.
E tudo foi como deveria ser
E depois disto eu não estava mais por perto
Esta é uma estória real, e se não é, deveria ser!

Contando estórias: 
- deixe a criança explorar a página por cinco segundos antes de perguntar algo. O primeiro comentário pode ser sobre algo que você não esperava e estes segundos de silêncio transmitem a idéia que você está junto com ela. 
- situe a estória no espaço e tempo. Assim ajudamos a criança a visualizar a estória. Enquanto estiver situando diga por exemplo: A muitos anos atrás, em um vilarejo escondido atrás de sete montanhas e sete rios moravam pessoas que gostavam de nadar a noite. 
- pergunte a criança o que ela acha que vai acontecer na seqüência. Peça para a criança contar como um personagem chegou até determinada situação. Isto ajuda a criança a ver as conseqüências de seus atos e como podem conseguir seus objetivos. 
- pergunte a criança o que ela faria se fosse o personagem. Isto ajuda a tomar diferentes perspectivas e a ter habilidades para solucionar problemas. Isto ajuda na independência. 
- analise juntamente uma determinada situação e como seria na vida real. Esta situação é possível ou não? Ajudamos as crianças a estimarem pesos, medidas e velocidades e a distinguir a fantasia da realidade. Pergunte se as atitudes tomadas são certas ou erradas e cheque as conseqüências ligadas a estas escolhas
- com crianças pequenas finja estar interagindo com o livro, abrindo portas, cortando cordas, ajudando os personagens a fazer coisas. E ótimo para as crianças pequenas e é pura diversão. Os pais compartilham o mundo de faz de conta. 

Vamos valorizar nossas crianças através de estórias. Comece hoje mesmo! 


Um grande abraço-sapo, 

Juan Uribe


Assista Sosô Uribe contando a história Gingerbread Man usando a nossa técnica de mescla de línguas, pela qual as crianças descobrem sozinhas o significado das palavras em um contexto envolvente.


Conheça também 100 formas de abrir e fechar histórias com graciosidade que utilizamos em nossas aulas de inglês para crianças em português e em inglês.

domingo, 14 de novembro de 2010

Nosso grupo sempre aprendendo!



Compartilhamos aqui mais dois momentos da formação continuada do nosso grupo:

Na foto abaixo temos mais um encontro de Fátima Freire Dowbor com o grupo de educadores para  vivenciar e discutir o ensino afetivo de inglês para crianças. 


 Aqui todo o grupo da Juan Uribe fez uma visita ao Museu da Língua Portuguesa!


Acredito que é essencial para quem vive a educação viver e experimentar o ser aluno para poder educar melhor!

Um abraço-sapo a todos,

Juan

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Novos murais nas salas Waterfall e Garden!

Durante o mês de julho tivemos novos painéis desenhados e preparados para as salas Waterfall e Garden. A sala Garden foi também reformada e agora maior e mais bonita abrigará novos grupos.

Confira os novos painéis!





Frugs, 

Juan

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Formação continuada: história, artistas e pássaros

Estivemos no dia 21 de maio na Fundação Maria Luisa e Oscar Americano com todo o nosso grupo para mais uma formação genérica. Na  primeira parte da visita conhecemos o acervo da fundação com peças do império e descobrimos  mais sobre a vida de artistas, cujas obras estão expostas.

Na segunda parte fomos observar pássaros com binóculos! Nestes momentos pudemos exercitar a concentração, paciência, curiosidade e silêncio, que são fundamentais para o trabalho em grupo e também em nossas aulas. Confira as fotos!


On the 21st of March our group went to Maria Luisa and Oscar Americano Foundation as a part of our development program. In the first part of our visit we were able to discover the historic pieces from the empire and also to learn more about the lives of the artists, whose work is exposed at the premises.

In the second part we went birdwatching in the lovely forest! We were able to practice attention, concentration, patience, curiosity and silence, which are essential in cooperative work and also in our classes!

We all had a great time there. It's a place worth visitting!

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Melhorando a nossa postura

Tivemos a terapeuta Nayla conversando com o grupo e nos ensinando a ter uma melhor postura em nossas aulas e ao nos deslocarmos pela cidade. Ao termos mais consciência sobre como vivemos a nossa rotina, podemos nos cuidar melhor e também observar as posturas dos alunos nas aulas. Assim , ensinamos e aprendemos melhor!


terça-feira, 9 de março de 2010

Video de 15 anos da Juan Uribe Ensino Afetivo



Ao fazer este video de retrospectiva pude relembrar muitos momentos com os alunos, suas famílias e com o time da escola. Momentos de crescimento, aprendizagem e diversão.


Como somos abençoados por trabalhar com Educação!


Obrigado a todos que participaram desta linda jornada chamada Juan Uribe Ensino Afetivo.


Abraços-sapo,


Juan

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Convidada especial em nosso Curso de Formação Continuada!



Quando um educador passa em nosso processo seletivo inicial, este passa por um intenso curso de formação específica sobre a nossa metodologia: aprende recursos para contar histórias e recursos de comunicação, formas diferentes e pedagogicamente direcionadas para utilizar materiais – desde brinquedos até os livros, entra em contato com teóricos da educação e linguagem da (como J. Piaget, L. Vigotski e S. Krashen); descobre que ensino afetivo não é ensino permissivo, mas aquele que considera a história de vida e sentimentos do aluno para programar e orientar as aulas, além de aprender sobre como funcionam os processos internos da escola – reuniões individuais e grupais, como elaborar os documentos pedagógicos, o que faz parte da cultura escolar e o que se espera de um educador Juan Uribe.

Além dessa formação específica inicial, temos também as formações continuadas: momentos em que contamos com outros tipos de saberes e refletimos sobre a nossa prática e como torná-la cada vez mais eficiente e prazerosa.

Nesse mês, tivemos a presença da especialíssima educadora Claudete. Claudete leciona há mais de 25 anos na rede pública de ensino e veio conversar conosco sobre as diferenças entre a educação privada e pública, veio contar como ela lida e encaminha as questões cotidianas de seus alunos e como faz para acompanhar e alfabetizar 30 alunos por sala que não possuem sequer materiais escolares próprios.

Muitos educadores se emocionaram e saíram energizados de nosso encontro. Além de dicas da Claudete quanto ao manejo das aulas e de situações difíceis - como as de conflito entre alunos ou dificuldades de aprendizagem - saímos também com o sentimento de que não importa o local, a proposta pedagógica ou o perfil sócio-economico-cultural do aluno, todos nós educadores temos o dever de formar, agir e interagir com a realidade a nossa volta.

A despeito das diferenças, descobrimos em nossa conversa que temos muito mais em comum do que imaginávamos: a vocação em investir na formação de cidadãos conscientes de suas responsabilidades, a assertividade em planejar e avaliar nossas ações pedagógicas e o prazer em trabalhar com a esperança de construir um mundo melhor.

Heidi Cristina Martins França de Oliveira
Diretora Pedagógica

domingo, 31 de janeiro de 2010

Sosô contando Gingerbread Man!



Neste video Sosô conta a clássica história do Gingerbread Man utilizando a nossa técnica de mescla de idiomas, que faz com que a criança possa descobrir sozinha o significado das palavras, ganhando assim segurança e espontaneidade no inglês. Este video é um sucesso no youtube e estamos próximos das 1000 visualizações. Parabéns Sosô!

Frugs,

Juan

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Chegaram 26 novos jogos cooperativos!



No mês de setembro realizei um sonho antigo!  Estive no Canadá na pequena cidade de Perth, que tem somente 8 mil habitantes, com um objetivo de conhecer Ruth e Jim Deacove, professores canadenses que fundaram a Family Pastimes, uma fábrica de jogos cooperativos que fica em uma  fazenda no meio de plantações e animais

Nós temos vividos os jogos há muitos anos com os alunos, que os adoram e sempre pedem para jogar novamente. Bacana foi conhecer a história de como tudo começou e poder hoje compartilhar com as crianças. Jim criou os primeiros jogos para suas filhas, que brigavam nos jogos competitivos, e os jogos foram todos inspirados em situações do cotidiano como ajudar os vizinhos na colheita, a rotina do gato da família ou o mercado de artesanato do vilarejo. Os vizinhos gostaram, foram feitas cópias e depois de um tempo as crianças da cidade já os conheciam e viviam uma nova possibilidade de relacionamento. Isto foi em 1962 e hoje os jogos estão presentes em todo o mundo! Na minha viagem ao Japão encontrei o jogo  Princess em uma das escolas que visitei.

Fiquei muito feliz ao comprar e trazer uma caixa enorme com 26 novos jogos!!!

O site da Family Pastimes é www.familypastimes.com

Confiram aqui o video que fiz com o Buddy lá!



Enviei este video para o Jim e esta foi a emocionante resposta que recebemos:

-->
 Hello,

You are very kind.Your visit actually gave us more inspiration and energy to continue our efforts than anything we may have imparted to you. Thanks also for the video.
What a treat! You are very creative.

We so appreciate your efforts to help spread the word about the value of cooperation not only in playing games, but in educating our young about a different way to make relationships healthier than they are in the usual competitive way.

As you know, we face an almost universal cultural conditioning that blocks what I think is more natural and that is seeing other humans as friends and not enemies. Of course, given our cultural conditioning it is easier to make enemies than friends.

But with your help we will bring about a raising of consciousness. That is always our immediate choice...contribute to raising consciousness or contribute to the old way of thinking and feeling.

Warmest regards,
Jim

Estivemos e estamos aprendendo a jogar cada um destes novos tesouros! Em breve teremos um evento com os novos jogos!

Abraços-sapo,

Juan

Novo Blog da Juan Uribe Ensino Afetivo!





É com muita alegria que abro o blog da escola. Neste espaço relembraremos nossa história, contaremos as novidades celebraremos o ensino afetivo do inglês. Teremos aqui mais um canal de comunicação com dicas e formas sobre como pais e professores podem vivenciar o inglês de uma forma significativa.


Para a estréia coloco dois videos que fiz com o meu fantoche Buddy no Egito em janeiro deste ano para mostrar as maravilhas que vi para as crianças. Confiram!


Um abraço-sapo em todos,


Juan




javascript:void(0)